Catamarã Sambaqui é a nova atração no turismo do Rio Grande do Norte

Cotidiano Roteiros

Sambaqui – “A pérola do Rio Cunhaú” é a novidade no turismo do Rio Grande do Norte. O Catamarã Sambaqui desliza suavemente pelas águas da Barra do Cunhaú, adentra ao manguezal até o Meral – encontro dos Rios Cunhaú, Curimataú e Garatuba – onde cada passageiro pode desfrutar da silenciosa paz, tranquilidade e exuberância da natureza intocada que compõe esse ecossistema e que serve de berçário para diversas espécies de peixes e moradia natural de moluscos, crustáceos e aves nativas, inclusive a garça azul, além de respirar o ar puro que vem do oceano atlântico.

No retorno à Barra do Cunhaú, vislumbra-se o vilarejo em um panorama privilegiado, com parada para demonstração da captura artesanal do caranguejo e curiosidades dessa espécie, segue pela margem direita do Rio Cunhaú, até a Praia da Restinga, com águas calmas, ideal para um refrescante e relaxante banho, finalizando assim essa experiência única após 3 horas de passeio.

O Sambaqui navega tranquilo, silencioso e se integra ao meio-ambiente. Na verdade, é um sonho projetado e construído com design diferenciado e tecnologia leve e reciclável, o que firma o conceito da Empresa em oferecer turismo de qualidade, sustentabilidade ao meio-ambiente e proporcionar uma experiência ímpar e inovadora em navegação.

Sua estrutura, que respeita a acessibilidade de todos, comporta confortavelmente 92 pessoas sentadas no convés inferior, com mesas ideais para petiscos e bebidas servidas à bordo e 28 passageiros no amplo sun-deck com opção de espaço livre ou com mesas e cadeiras, além de espaço de lazer à proa e popa. Conta ainda com sistema de som para entrada usb e bluetooth, iluminação noturna e banheiros individuais masculino e feminino, bar para drinks e preparo de buffet, além de equipamento de salvatagem e segurança moderno e completo – extintores, coletes salva-vidas e bóias flex-prim para 50 passageiros cada.

Sambaqui em Tupi-guarani significa “amontoado de conchas”, em alusão à Fazenda do seu proprietário que se chama Casqueira, batizada assim pelos antigos habitantes da região que ao se alimentarem dos crustáceos e moluscos abundantes, principalmente as ostras gigantes, amontoavam suas cascas formando os casqueiros ou o depósito de conchas.

A fazenda Casqueira é margeada pelo Rio Garatuba, que deságua no Rio Curimataú, tem diversos hectares de mata atlântica e manguezal preservados, é referência agrícola na Região e campo de estudo e pesquisa arqueológica por toda a sua riqueza natural, histórica e cultural.

Assessoria de Imprensa