Emirates Airlines afirma que não tem como programar voos e sugere que clientes procurem suas respectivas embaixadas

Aviação Mundo
Anúncios

Em resposta ao grupo de mineiras que está retido na Tailândia, a Emirates Airlines informou, por meio de nota enviada à reportagem do Turismo em Foco, que os cancelamentos dos voos em todo o mundo seque as diretrizes governamentais e regulatórias e sugere que os passageiros que estão retidos em diversos países do mundo procurem as suas respectivas embaixadas para, a curto prazo, negociar o processo de repatriamento.

Grupo de sete mineiras está retido em Bangkok, na Tailândia, pedindo ajuda para retornar ao Brasil – https://turismoemfoco.com.br/v1/2020/03/30/grupo-de-sete-mineiras-esta-retido-em-bangkok-na-tailandia-pedindo-ajuda-para-retornar-ao-brasil/

Abaixo, segue a nota da companhia aérea:

A implementação de restrições de voos e viagens por países ao redor do mundo para conter o surto de COVID-19 está em andamento nas últimas semanas. Muitas foram postas em prática com muito pouco aviso prévio. A Emirates entende que isso atrapalha viagens, mas, como operadora de linhas aéreas, precisa seguir as diretrizes governamentais e regulatórias.

Em 23 de março, o governo dos Emirados Árabes Unidos ordenou que todos os voos de / para e em trânsito dos Emirados Árabes Unidos fossem suspensos por duas semanas. Isso significa que todos os voos de passageiros da Emirates devem ser temporariamente suspensos a partir de 25 de março. Desde então, nossas equipes têm trabalhado duro para informar os clientes e remarcar o maior número possível de voos restantes ou outros. Mas como muitas companhias aéreas já reduziram significativamente seus voos, simplesmente não é possível acomodar todos os viajantes.

Os clientes afetados podem visitar o site emirates.com para obter mais informações sobre crédito para voos futuros ou reembolsos. Esperamos retomar os voos o mais rápido possível e faremos anúncios quando tivermos novos horários. Os viajantes que procuram assistência para repatriamento devem entrar em contato com as embaixadas.

Redação com Assessoria de Imprensa