Virgulima apresenta case Quadrilhando em Festival de Cultura de Ilhéus

Eventos Culturais
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Lima Filho, que interpreta o personagem Virgulima e um dos criadores do case Quadrilhando, em Campina Grande, é o representante da Paraíba pela segunda vez no Festival Casar de Cultura Popular, que está sendo promovido na cidade de Ilhéus (BA) desde quinta-feira (22) até este sábado (24).
Esta também é a segunda edição do evento, que está sendo promovido em quatro espaços da cidade baiana: no Teatro Municipal de Ilhéus, na Praça do Teatro, na Academia de Letras e no Ponto de Cultura Literatura de Cordel – CASAR (Pontal).
Lima Filho irá apresentar o case Quadrilhando, durante uma palestra. Na oportunidade, interpretando o personagem Virgulima, o quadrilheiro, performance e mestre de cerimônia criativa, irá apontar o surgimento e desenvolvimento do projeto Quadrilhando, que profissionalizou as quadrilhas juninas de Campina Grande e as tornou uma atividade cultural com foco no empreendedorismo.
A palestra de Lima Filho sobre o Quadrilhando tem rodado o Brasil. Ela já foi apresentada há dois anos na Expo Abav Internacional de Turismo em São Paulo, que teve como público alvo agentes e operadores de viagens do Brasil e do exterior.
Em Ilhéus, durante o Festival de Cultura Popular, o evento abre espaço para as manifestações culturais e artísticas com artistas de todo o país, como o poeta e cordelista Domingo Santeiro; a cantora Ronara Crioula; o cantor e cordelista Carlos Silva, entre outros, além de vários grupos de cultura popular.
Durante os três dias, serão promovidas oficinas, palestras, exposições, desfile de figurinos e apresentação de mais de 30 manifestações culturais como literatura de cordel, xilogravura, teatro de rua, dança, circo, capoeira, maculelê, samba de roda, mamulengo, repente, estandartes, feira de artesanato, quadrilha junina, bumba meu boi, estátua, ventríloquo, violeiros, artes plásticas, bloco afro, ciranda, folia de reis, samba de coco, poesia, dança indígena, tiraneiro, música popular, forró, xaxado, xula, xote e baião.

Fábio Cardoso